quarta-feira, 11 de abril de 2012

FILHO DO EX-PRESIDENTE LULA PRETENDE INVESTIR PESADO NOS CERRADOS DO PIAUÍ

Deu no Blog de José Bonifácio (http://www.gp1.com.br/blogs/jose-bonifacio)

Luis(Imagem:Reprodução) 
 Fábio Luis Silva, o Lulinha, filho do ex-presidente Lula.
Apenas reforçando a informação que já vem circulando há algum tempo, às 10h57min da última quarta-feira (04), o internauta Romildo Nascimento, leitor assíduo do GP1/Blog do José Bonifácio e residente em Águas Claras (DF), postou na matéria Obras da estrada Gilbués/Santa Filomena prosseguem em ritmo acelerado o seguinte comentário:

A Empresa Gamecorp de Fabio Luis e Luis Claudio, filhos do eis Presidente Lula investirá pesado na agricultura do Sul do Piauí, nos próximos dias irão se instalar em mais de 100 mil hectares nas serras piauiense, essa estrada tem o dedo do Governo Federal não é atoa..Aguardem !!!

A Gamecorp, à qual se referiu o leitor, é uma empresa brasileira que produz conteúdo para   o público jovem de celulares da Oi e trabalhos no ramo de jogos, tendo entrado no ramo da televisão com a parceria com o Grupo Bandeirantes de Comunicação formando a PlayTV.

Tem como um de seus sócios Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, fato que causou grande polêmica quando a empresa recebeu um aporte de cinco milhões de reais do Grupo Telemar (atual Oi), operadora de telefonia sob concessão do Governo Federal.

sede(Imagem:Reprodução) 
Suntuosa sede da Gamecorp, na cidade de São Paulo.
Fábio Luís da Silva é o filho mais velho do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e de sua segunda esposa, Marisa Letícia Rocco Casa. Ele nasceu pouco tempo antes da posse de Lula como presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo. Tem dois irmãos, Sandro Luís e Luís Cláudio, e dois meio-irmãos, Marcos Cláudio e Lurian.

Graduou-se em Ciências Biológicas pela Universidade Paulista (UNIP) e foi monitor (estagiário) do Parque Zoológico de São Paulo, onde recebia, em 2002, uma bolsa mensal de aproximadamente R$ 600 reais.

Em 2004, após o primeiro ano de mandato de seu pai no mais alto cargo eletivo do país,  Fábio Luís fundou em sociedade a empresa Gamecorp, fato que suscitou diversas matérias jornalísticas e críticas da oposição ao Governo Lula, levantando-se a hipótese de tráfico de influência e favorecimento na destinação de recursos públicos.

As críticas basearam-se na venda de parte das ações de sua empresa à Telemar, que tem participação de capital público e é a maior empresa de telefonia do Brasil, por R$ 5,2 milhões de reais, sendo que o capital social declarado da empresa era de apenas cem mil reais. A Telemar ainda investiu mais dez milhões de reais na Gamecorp pela "produção de programas de televisão". A atenção da imprensa foi também atraída pelo enriquecimento súbito de Fábio Luís, que até 2003 trabalhava como monitor de zoológico.

Em defesa a Fábio Luís, a jornalista Soninha Francine declarou que se tratava de um escândalo falso, com vistas a prejudicar a imagem do Governo Lula através de seu filho.        O presidente Lula negou que haja relação entre o sucesso financeiro de Fábio Luís e o fato de ele ser seu filho, comparando seu talento ao do jogador de futebol Ronaldinho: "[...] deve haver um milhão de pais reclamando: por que meu filho não é o Ronaldinho? Porque não pode todo mundo ser o Ronaldinho."

Imagem: José Bonifácio/GP1Afinal, de quem é a DAMHA AGRO-NEGÓCIOS? De (Imagem:José Bonifácio/GP1) 
Afinal, de quem é a DAMHA AGRO-NEGÓCIOS, essa gigante que está se instalando no município de Santa Filomena?
Em razão da matéria publicada em 25 de outubro de 2006 sobre os seus negócios, Fábio Luís entrou com uma ação judicial contra a revista Veja, editada pela Editora Abril desde 1968.

Damha Agropecuária – Quem viaja pela PI-254 (Santa Filomena/Fazenda Nova Fronteira), à altura do km 40, pode ver uma placa indicando a instalação da Damha Agropecuária, onde se lê: “DAMHA AGRO-NEGÓCIOS – FAZENDA – AD – DIAMANTE – SEDE A 16 KM

Até onde sabemos, a empresa Damha Agropecuária investe em pecuária há mais de 30 anos, com plantéis de bovinos, ovinos e eqüinos, em localizações privilegiadas nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Está estruturada em fazendas especializadas, voltadas ao gado de corte, utilizando os mais avançados processos de cria, recria e engorda.

Damha(Imagem:Reprodução) 
Maria Stella Damha: De Wall Street para o sul do Piauí?
Também, pelo que temos visto na mídia, a Damha Agropecuária pertence a Maria Stella Damha, que não usa chapéu de caubói nem botina, é formada em economia, com mestrado na Itália e, portanto, está longe de ser uma fazendeira convencional.

Herdeira do Grupo Encalso, gigante do ramo da construção civil e infraestrutura, trabalhou por anos em companhias multinacionais e corretoras de valores, antes de assumir o comando dos negócios da família, em 2002.

Isso posto, a grande pergunta que se faz no momento é: a Damha Agro-Negócios, que está se instalando nos municípios de Santa Filomena e Baixa Grande do Ribeiro, é a mesma de Maria Stella Damha? Ou, conforme suspeita o leitor Romildo Nascimento, se trata de mais um grande empreendimento de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha?


Escrito por José Bonifácio em 11/04/2012 às 06h20

terça-feira, 10 de abril de 2012

CEMAR É CONDENADA A INDENIZAR LAVRADOR VÍTIMA DE CHOQUE ELÉTRICO

Cemar é condenada a indenizar lavrador vítima de choque elétrico
10.04.2012 (www.tjma.jus.br)
 
A Companhia Energética do Maranhão (Cemar) deverá pagar duas indenizações, com valor total de R$ 80 mil, a um lavrador morador do município de Tuntum, que sofreu sequelas graves depois de receber choque elétrico ao subir numa palmeira. Um fio da empresa estava em contato com árvore. A decisão da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão, nesta terça-feira (10), também determinou o pagamento de pensão mensal de R$ 600,00 à vítima, considerada impossibilitada de continuar trabalhando na lavoura.

O fato aconteceu em novembro de 2006, quando o lavrador subiu na palmeira com o intuito de tirar palhas para cobrir um rancho. Socorrido por um dos filhos após o choque, o trabalhador rural sofreu queimaduras de 2º grau nas costas, pernas, barriga e mãos. Perdeu um dedo polegar, o movimento total de um indicador e parcial de outros.

A desembargadora Anildes Cruz, relatora dos recursos de apelação da empresa e da vítima, informou que o lavrador obteve direito a indenização por danos morais no valor de R$ 40 mil na Justiça de 1º grau. Acrescentou que o juiz de primeira instância também deferiu a antecipação do pedido final de pensão, mas não ratificou a decisão na sentença.

A defesa da Cemar sustentou não haver prova de que a rede elétrica estava instalada em local inadequado, apontou a conduta da vítima como responsável pelo choque e pediu redução do valor da indenização por danos morais para R$ 20 mil. A defesa da vítima, por sua vez, alegou que o ato do lavrador, de subir em árvores para tirar palha, é corriqueiro na região e não prática aventureira, fato com o qual já havia concordado o juiz de 1º grau.

A relatora manifestou-se de forma desfavorável ao recurso da Cemar, por não verificar a conduta da vítima como geradora do dano. Anildes Cruz votou parcialmente favorável ao recurso do lavrador, ratificou o valor da indenização por danos morais, determinou o pagamento de pensão mensal de R$ 600,00, citou entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e fixou indenização por danos estéticos também em R$ 40 mil, voto acompanhado pelo desembargador Jaime Araújo (revisor). O desembargador Lourival Serejo discordou apenas quanto ao valor da indenização por danos estéticos, por entender que deveria ser de R$ 30 mil.

Paulo Lafene
Assessoria de Comunicação do TJMA
asscom@tjma.jus.br
(98) 2106-9023 / 9024

segunda-feira, 9 de abril de 2012

POLÍCIA DE TIMON AINDA SEM PISTA SOBRE OS MATADORES DE "CARLÃO"

Sem estrutura, Delegacia se desdobra para chegar ao assassino de “Carlão”

segunda, 09 de abril de 2012 • 17:37
Blog de Elias Lacerda
 





















 
Na contramão das polícias civis de outros estados, a polícia civil do Maranhão não parece receber do governo Roseana Sarney a atenção devida para o combate aos crimes contra a vida.Pelo menos é o que qualquer cidadão timonense pode notar ao visitar a Delegacia de Homicídios de Timon. Ontem, 08, fez um mês de morte de Carlos Augusto Soares de Moura, o popular “Carlão” que foi alvejado com quatro tiros em um bar no bairro São Francisco tendo o autor dos disparos fugido de moto com um comparsa. Carlão era irmão do ex-vereador José Filho.

O blog do Elias Lacerda visitou o delegado Ricardo Freire para saber como andam as investigações sobre o caso. Constatamos que aquela delegacia funciona em precárias condições. Fica numa sala emprestada onde antes era o cartório da Delegacia da Mulher. Com dois investigadores somente para cobrir uma população de aproximadamente 155 mil pessoas, o delegado e sua equipe, mesmo sem reclamarem ao blog, supõe-se que tenham de “matar um leão por dia” para chegar aos autores de homicídios na cidade.

Tentando minimizar as condições visíveis de falta de estrutura material e física, o delegado Ricardo Freire informou que está em construção no bairro Santo Antonio um prédio novo onde funcionará a delegacia regional e a de Homicídios. Ele só não soube dizer se continuará com o efetivo vergonhoso de apenas dois investigadores para identificar e prender homicidas.

Quando perguntado sobre como andam as investigações sobre o autor do homicídio contra “Carlão”, Ricardo Freire conta que a situação é complexa. Explicou que como a vítima era um dos principais alvos da operação Anúbis, o caso desencadeou várias outras frentes investigativas.

Disse que algumas medidas estão sendo tomadas para chegar ao criminoso ou até criminosos, tendo em vista que existem indícios de que a morte de “Carlão” aponta para um crime por encomendada. Mesmo que a estrutura que possui constatada pelo blog não permita, o delegado se diz otimista afirmando que mais cedo ou mais tarde chegará aos responsáveis pelo crime.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

APOSENTADORIA RURAL: LAVRADORES COMEÇAM A FICAR LIVRES DOS SINDICATOS




INSS revê exigência de documentos para aposentadoria

Revista Consultor Jurídico(www.conjur.com.br), 2 de abril de 2012.


   O INSS concedeu aposentadoria a um trabalhador computando tempo de trabalho rural sem exigir que o período fosse comprovado por meio de declaração de sindicato e sem a entrevista rural. A decisão vai na contramão de decisões anteriores, inclusive de judiciais que comumente reconhecem as exigências.
   A 9ª Junta de Recursos do INSS entendeu que o trabalhador comprovou cinco anos de trabalho rural por meio de outras provas, como certidão de casamento, título eleitoral, certificado de dispensa de incorporação e as certidões de nascimento de seus filhos, nos quais ele constava como lavrador.
   A decisão apoia-se no artigo 62 do Decreto 3.048/1999 que rege que a contagem do tempo para aposentadoria “é feita mediante documentos que comprovem o exercício de atividade nos períodos a serem contados, devendo esses documentos ser contemporâneos dos fatos a comprovar e mencionar as datas de início e término e, quando se tratar de trabalhador avulso, a duração do trabalho e a condição em que foi prestado”.
   O trabalhador Sebastião Gonçalves dos Santos teve seu pedido de aposentadoria negado porque o INSS não considerou as provas apresentadas como meio hábil para comprovar tempo de exercício de trabalho rural, o que poderia ser suprido por uma declaração do sindicato. Ao desconsiderar esses documentos, o INSS contabilizou apenas 31 anos, 6 meses e 13 dias de tempo comum. Mas a Junta de Recursos reformou a decisão.
   Para o advogado Theodoro Vicente Agostinho, que atuou no caso, o entendimento é importante porque pode pautar novas decisões em âmbito administrativo do INSS e também na esfera judicial. “O entendimento de que a declaração e a entrevista se faziam necessárias era compartilhado pelo INSS e pelos tribunais, que ratificavam a negativa administrativa. Esta decisão deve abrir novas perspectivas para os casos de aposentadoria com contagem de tempo em exercício de trabalho rural”, afirma.
   O advogado também lembra que a decisão desonera o trabalhador de pagar a quantia cobrada pelos sindicatos para emissão da declaração, que chega a custar R$ 200.  

quarta-feira, 4 de abril de 2012

JESUS ENFRENTOU A INTOLERÂNCIA DAS INSTITUIÇÕES




"Há um fio muito sutil que separa a rejeição da intolerância. Poder-se-ia dizer que uma pessoa é intolerante, logo, rejeita alguém. Poderíamos, no entanto, afirmar que uma pessoa pode fazer a experiência de se sentir rejeitado, mas não necessariamente a de se sentir ou ser, de fato, perseguido. O intolerante, ao contrário, não simplesmente rejeita o diferente, mas o persegue. O intolerante por se achar o único dono da verdade, não permite que alguém acredite e pregue algo diferente daquilo em que ele próprio acredita. Ele não tem paz enquanto não destruir o outro. O diferente. Aquele que poderia promover uma ‘verdade’ que não seja a que ele confessa! Todos nós conhecemos pessoas intolerantes. Mas muitas vezes não possuem força e poder suficientes para boicotar e apagar o ‘diferente’. Quando falamos, porém, de ‘instituições intolerantes’, alicerçadas em convicções dogmáticas, as conseqüências são outras. Elas acham que possuem o ‘poder legítimo’ para destruir o ‘diferente’. Apagá-lo e, pior, manipular para obter o consenso-aprovação das massas. Enfim, sentem-se legitimadas por ‘poderes que vêm do alto’ em sua ação purificadora. Orgulhosas de ter livrado a sociedade de ‘minas ambulantes’ que poderiam colocar em risco a paz, a segurança e a doutrina da nação/cidade/igreja/estado.

Jesus entra oficialmente em Jerusalém. Não mais como um anônimo romeiro. Ou como um devoto freqüentador do templo. Como já o havia feito outras vezes. Ele entra, agora, assumindo a sua identidade de ‘mestre profeta da Galiléia’. Como ‘enviado e consagrado’ pelo Pai para construir ‘um outro reino’! Um profeta que em sua pregação/missão, - apesar de ter experimentado inicialmente aceitação pública, - acabou sendo clamorosamente ‘rejeitado’ pelos seus, em sua própria terra. Ao entrar, agora, em Jerusalém, a capital, Jesus expõe e assume publicamente suas práticas e seus pensamentos. Não mais para ‘os seus’ da Galiléia, mas para as instituições mais sagradas e importantes da ‘nação’! Em seu próprio espaço físico. No lugar onde elas determinam, controlam e julgam. Jesus deve ter intuído que aqui não existem somente conflitos interpessoais, mas conflitos institucionais. Não mais formas de mera rejeição à sua pessoa e á sua mensagem, - algo que já havia experimentado, - mas intolerância radical a tudo o que ele era e representava.

Jerusalém, a cidade dos ‘três poderes’, somados ao dos Romanos, continua a silenciar, a perseguir e a matar seus profetas. Aqueles que não rezam suas cartilhas e catecismos. E que não temem seus anátemas. Que não aceitam o espetáculo e o exibicionismo dos altares e das telinhas midiáticas, mas o serviço fraterno e anônimo a tantos pequenos sofredores. Talvez sejam esses ‘sofredores invisíveis’ os únicos que ainda sabem ‘abrir espaço’ para ‘tantos Jesus’ que continuam preferindo montar um ‘jumentinho’ a montar os ‘cavalos brancos imperiais’!
Boa semana santa!"

segunda-feira, 2 de abril de 2012

DO FUNDO DO BAÚ: ELEIÇÕES DE 1982




   Fotografias da posse do senhor Alcino Pereira da Silva, o "Lula", no cargo de Prefeito Municipal de Matões, no dia 15 de fevereiro de 1983, após obter vitória nas urnas no pleito de 15 de novembro de 1982, na memorável eleição disputada contra o então ex-prefeito Pedro Alves Pinheiro, o qual era apoiado pelo grupo político da prefeita Maria Brito de Carvalho (Mariota), já falecida.
   Uma vez realizadas as eleições, Alcino Pereira teve a apertada maioria de apenas 49 votos. A apuração somente se finalizou no dia 30 de novembro daquele ano, no vizinho município de Timon, após duas semanas de incessante vigilância das urnas de lona em um ginásio esportivo, por parte da militância de Lula Pereira. Na época, Matões era subordinado à jurisdição da zona eleitoral daquela Comarca.
Os eleitos:
Prefeito - Alcino Pereira da Silva (Lula);
Vice-Prefeito - José João de Souza Pereira;

Vereadores:
Elias da Independência Soares;
José Adriano dos Anjos (Zé Dona);
Paulo Medeiros da Silva;
João Coutinho de Brito;
Eleanor Ferreira (Lili da Baixa Fria);
Antonio Rodrigues de Castro (Antonio da Carmen);
Francisco José da Silva (Chico Grud);
Silvestre Pereira da Silva (Silva do Santo Antonio);
Firmino Desidério Sobrinho.